domingo, 29 de novembro de 2009

Too fucked up to pick a title...

Status: robbed by my own "sister"...

E continuo à procura das minhas coisinhas. Caso encontrem material da Vitorino de Sousa à venda noutros locais, é favor avisar.. Trata-se do MEU material, foi roubado da minha quinta.
 
Moral da história: trust no one.


sábado, 7 de novembro de 2009

You dug your own grave.

Descobri que o mundo não passa de um conjunto de enganos.
Erros, tentações, traições cometidas ou por cometer.
É um conjunto de caminhos pecaminosos e mal escolhidos, por inocência ou conscientemente, um conjunto suficientemente grande para nos albergar a todos, ocultos sob um manto de honestidade forçada.
Não há espaço para ser real, para ser fiel a princípios ou a regras que cedo estabelecemos.
No mundo, quebramos as nossas próprias regras. Traímo-nos até a nós mesmos.
Cedemos às novidades como se nada nos prendesse ao que temos. Como se não amássemos suficientemente o que há muito já era nosso.
Desistimos do que construímos por meros segundos de êxtase, por acasos pontuais, numa atitude infantil e irresponsável. Mas sabe-nos bem...
Ultimamente tenho andado a pensar no que seria do mundo sem pudor. No que seria de nós sem o "politicamente incorrecto", o "socialmente inaceitável", sem a manipuladora vergonha que não nos permite fazer o que queremos fazer, exactamente no momento em que o faríamos se pudéssemos.
Como seria tudo se beijássemos alguém a meio de uma conversa, sem motivo nem aviso, simplesmente porque sim, porque queríamos?
Se pudéssemos, a qualquer momento, mudar de país sem malas nem bagagens emocionais, deixando a vida para trás, sem uma data de regresso definida.
Penso como seria se pudéssemos parar de pensar em tudo o que os outros achariam, abater as consequências, e fazer o que o coração nos mandasse.
O mundo é um conjunto de erros, tentações, traições e pecados mas..
Se isto acontecesse, talvez fosse mais feliz.
Melhor, talvez deixasse de estar feliz e passasse a ser feliz.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O Primeiro

Hoje vou escrever talvez o post mais diferente de todos mas dos mais importantes para mim e, de certeza, para muitos, o mais ridículo.

Assisti ao início de uma vida.
Tal coisa é sempre marcante, sendo o nascimento de um dinossauro, de um cavalo, de um homem, de um cão, ou de um ser cuja importância no mundo é considerada por muitos como tão pequena quanto o seu tamanho - vi nascer um pinto.
Depois de 3 semanas a virar os ovos três vezes por dia, a ajeitar o algodão que os envolvia, a encher de água os copos que mantinham a humidade na estufa, nasceu o primeiro.
Depressa esquecemos a frustração que sentimos pelos pintainhos que morreram durante os 21 dias de gestação (uns pelo "bem da ciência", outros por mero azar ou circunstâncias infelizes).
Cerca de vinte pessoas correram para o laboratório, enquanto telefonavam aos outros "pais e mães", agacharam-se perto do candeeiro, e ficaram perplexos a olhar para um ovo com, sensivelmente, 5 centímetros, que demorou horas a decidir-se a partir o resto da casca e cujos sons eram praticamente inaudíveis (apesar de todos jurarem que o ouviam perfeitamente...).

E, nisto, está o momento alto da minha semana, arrisco-me até a dizer do mês - o nascimento do "primogénito".
Agora vamos esperar que nasçam os outros todos :)

Aqui fica o nosso "Nelson Mantorras" acabado de sair do ovo, numa foto que a prof. tirou de um ângulo esquisito mas que deixou mais de 40 "pais e mães" todos babados xP

Só nós entendemos a alegria.