sábado, 30 de janeiro de 2010

Take my hand, take my whole life too!

Momentos vividos e por viver.
Dançar no meio da estrada, a parar o trânsito, a correr à volta das fontes como duas crianças ingénuas e felizes.
Atirar os sapatos ao ar e correr descalços com as mãos entrelaçadas, pelo alcatrão quente, a queimar-nos os pés. Fotografá-los ao chegar a casa, negros, e rir, rir, rir como se fosse o último minuto e o último momento e o último riso a sair-nos pela alma.
Partilhar doces. Dividi-los na boca, como se precisássemos de uma desculpa para aquele beijo que há tanto nos apetecia.
Rebolar no chão do quarto enquanto falamos ao telefone. O conforto não está na cama nem na almofada, nem nos lençóis quentinhos que aquecem o corpo gelado - está na voz do outro lado, nas palavras ditas com o tom diferente que usamos um com o outro.
Gritar às estrelas o nosso amor. Abraçar-nos na relva, à janela, ao pé do mar, da lua, enroscados na areia morna do fim de uma tarde de Verão. Simplesmente abraçar-nos e sentir que o mundo ficou mais pequenino, mais apertado e ao mesmo tempo mais livre. Sentir que o mundo é só nosso.
Passar noites e dias sentados ao parapeito, sem o cigarro nem o copo nas mãos, e saber que o único vício que importa e sabe bem é o amor.
Sorrir. Sorrir muito e sorrir para tudo, sorrir para as palavras e para a ausência delas. Reconhecer um silêncio mágico, uma química diferente, uma atracção explosiva e ardente e tudo o que os nossos corpos quiserem.
Amar. Amar na cama e no chão e naquela rua com cheiro a roupa lavada de uma aldeia pequenina onde todos se conhecem e ninguém nos pode ver. Amar debaixo dos lençóis, em cima, à janela ou na varanda, com música alta e um prazo para entregar os papéis que ainda estão em cima da mesa, desde a semana passada.
Cantar. Passear nus pela casa, ver as fotografias antigas, comentar que a roupa que usávamos em crianças era demasiado colorida e o cabelo demasiado estranho para a década. Rir mais e mais.
E no fim do dia, mesmo que não queiramos que acabe, mesmo que falte muito para viver, sabermos que é um sentimento que durará para sempre. Um sentimento só nosso, uma paixão começada pela luxúria e pelo prazer e que se tornou em tanto mais que isso. Tornou-se em amor.
Simples e doce amor.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ano novo, vida nova? Será?

Desde o princípio do ano que andava a pensar se devia, ou não, fazer um balanço de 2009.
Finalmente decidi-me - entre fins e inícios de namoros, "irmãs" perdidas, divórcios, viagens, e mais umas quantas coisas, não havia grande interesse para ninguém..
Por isso fica antes uma lista do que quero e acho possível vir a fazer em 2010.

- Tirar a carta (hey, já faltou mais!) para poder finalmente conduzir o carrinho que já me espera na praceta
- Passear a cavalo na praia
- Entrar na faculdade que quero, ESSA, em Terapia da Fala
- Fazer as viagens com que sonhava à anos (vou ser monitora em Santiago e vou com o meu pessoal à Irlanda)
- Viajar mais e mais e mais
- Fazer para-sailing (depois de uns aninhos com o mano a chatear, lá me convenci!)
- Fazer skydiving e/ou bungee jumping!
- Andar de mota
- Ter o meu irmão a viver em Portugal outra vez.. E aproximar-me da cunhada nova
- Ir ao festival de Porto Salvo e ganhar o Concurso do Traje
- Entrar numa competição de Dressage (esta já é mais complicada...)
- Montar em pêlo (com e sem rédeas) e dar/oferecer garupa
- Sair! Algo que está incluído nas viagens ihihi

E claro que podia passar o dia nisto mas oh well..
Só peço para ser feliz.