segunda-feira, 31 de maio de 2010

You make me whole.

E assim se realizou um dos meus objectivos para este ano.
Porto Salvo chegou e arrasámos, juntos. Sempre, sempre juntos.
Numa altura em que já me sinto tal centauro - metade mulher, metade cavalo - fizeste-me sentir mais do que orgulhosa dessa nossa união.
Ganhámos, meu anjo.

Concurso do Traje, Melhor Conjunto Amazona.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Rebirth.

Já chega.
Já tive a minha dose, não vos aguento mais.
Desilusões já tinha tido muitas, e esta tornou-se mais uma. Achei-vos bons amigos, talvez até parecidos comigo. Descobri que não.
Não passam de um grupo de gente sem qualquer vontade própria, sem qualquer dignidade ou parecer formado.
Limitam-se a seguir, a deixar-se levar pelas marés e por o que um ou outro diz, embora o que queiram seja o total oposto - não se fazem à vossa própria vida.
Deram-me vontade de ir embora o mais rápido possível.
Preciso de um recomeço, um novo capítulo em que vocês não vão entrar, porque eu não vos quero lá.
São histórias passadas, entrelinhas comuns, mas que não quero rever.
A partir de hoje, não há uma história nossa. É só a minha história. Adeus.

Aqueles que se mantiveram comigo, obrigada. Vocês farão sempre parte do meu crescimento.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

The world is all fucked up...

O mundo anda às voltas e nós andamos nele aos trambolhões.
Chegámos a uma fase em que até o nu ajuda o roto.
Tenho vergonha das palavras que já disse.


Vai tudo ficar bem meu amor, vai tudo ficar bem.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

I'm finished making sense.

És pior que qualquer droga.
A simples ideia de te perder desliga-me do mundo, apaga-me, deixa-me sem fôlego como se me tivessem desligado o suporte de vida.
Tudo deixa de fazer sentido, todos os sonhos desaparecem. Ficas apenas tu e o meu arrependimento. As minhas tentativas, por vezes frustradas, de te chamar à razão, de te fazer ver que só eu posso fazer parte de ti.
Fico cega.
O espaço à nossa volta já não interessa, há como que uma pausa no tempo e a vida estancou. Já não quero mais nada. Quero-te a ti e quero-te de volta e quero-te só para mim como sempre foste.
O coração já dói.
Deixas-me sem alternativa, mandas na minha vida e eu fico a ver.

Mas, desta vez, foi só um sonho.

domingo, 9 de maio de 2010

No one knows I'm locked in here.

Preciso de escrever algo. Alguma coisa, qualquer coisa. Preciso de gritar e desabafar e destruir tudo o que vejo e tudo o que existe.
Estou irritada comigo mesma. Estou nervosa, ansiosa.
Quero um buraco para me esconder mas ainda ninguém inventou os ditos campos esburacados para enterrarmos as cabeças, tais avestruzes frustradas e medrosas.
Não estou chateada com ninguém. Estou triste comigo. Só comigo. Triste por não aproveitar a importância que me é dada, por querer mais e mais e mais e acabar por ter menos, cada vez menos. Sou eu que me rebaixo.
Por cada segundo que me amam, faço-os odiar-me um dia. Proporções desmedidas, catastróficas, mas reais.
Sinto que me odeias. Sim tu - tu família, tu namorado, tu amigos. Tu mundo. Odeias-me? Não respondas, eu sei, eu sei...
Quero quebrar janelas, cobrir as paredes com baldes de tinta negra, partir os lápis de cera que me relembram a infância. Quero gritar e fazer do caos do mundo o meu caos, o meu pequeno refúgio infernal. Se tem de haver caos, que seja eu a criá-lo.
Preciso de mandar fora toda esta raiva, tudo isto que se acumula em mim e não me deixa respirar descansada.
Quero paz interior.