quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Tu.

De alguma forma, sempre me fizeste sentir uma boa pessoa. Uma mulher bonita, inteligente, lutadora. Sempre que o dizias, acreditava em ti. 
Acreditava sinceramente que era o amor da tua vida, que não podias passar sem mim. Porque eu não podia.. Porque eu sempre precisei de ti acima de tudo, porque és o meu melhor amigo e não consigo imaginar passar um dia sem falar contigo, porque nunca confiarei em ninguém da maneira que confio em ti. Porque nunca me vou entregar como me entreguei a ti, nunca vou confessar o que te confessei.
E o quanto eu cresci contigo.. O quanto eu mudei para ser melhor, para te dar o que precisavas. O quanto eu sonhei..
Neste momento só tento ser optimista, como tu me ensinaste, e ter confiança em Nós. No que nós fomos, no que nós podemos ser. E rezar para que o nosso Amor venha ao de cima mais uma vez.



E mesmo com o mundo contra nós, não consigo desistir.
Amo-te com tudo o que tenho, chéri..

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amo-te. E pronto, mais nada.

E digo eu, tantas vezes, que a coisa mais difícil do mundo é perder-te. E agora vejo-me de novo sem saber o que vai acontecer.. Sem saber se posso fazer algo para acabar com estas confusões, sem saber porque é que isto tinha de nos acontecer a nós, sem saber se tenho forças para lutar mais uma vez.
Costumo gabar-nos por sermos os melhores amigos e por termos chegado tão longe mesmo depois de tantos problemas. Por termos resistido a todas as provas que nos apareceram. Agora fico a olhar para os nossos "momentos perfeitos", como lhes chamas, e a pensar - e se não tivermos mais? E se não puder voltar àquele miradouro contigo, ou a ter dias de praia maravilhosos contigo, ou a abraçar-te em frente ao espelho enquanto penso que ficamos absolutamente perfeitos juntos? E se não puder continuar a mandar-te todos os dias uma mensagem de bom dia e de boa noite, a chegar a casa e falar-te do meu dia depois de te perguntar pelo teu? E se for obrigada a aprender a viver sem ti...?
Gostava de ser forte e de conseguir não ficar já caída por terra, a pensar no quanto vou sofrer se nos separarmos agora. Mas, neste momento, é praticamente impossível. Resta-me esperar que te lembres do que somos, que as minhas palavras voltem a fazer o teu coração acelerar, que sintas que precisas de ter uma vida ao meu lado. Que estar perto de mim faça o teu mundo valer a pena..


If you feel the fading of the light, and you're too weak to carry on the fight, and all your friends that you count on have disappeared - I'll be here, not gone, forever, holding on.

If your sky is falling, just take my hand and hold it.
Close your eyes and you might believe that there is some way out..

If there's love just feel it, if there's life we'll see it, this is no time to be alone - I won't let you go.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dias nossos.

2 anos e meio. 30 meses. Algo como 900 dias.
Bem sei que chega sempre uma altura em que já não se comemoram os meses com o mesmo entusiasmo, mas acho que é bonito termos chegado até aqui. E, agora sim, estamos oficialmente a caminho dos 3 anos de namoro.
E pelos dias de praia (melhor coisa de sempre, até já gosto de praia), pelos vários passeios por Cascais e Sintra (que te fizeram passar a ver a vila de outra forma), pelas manhãs chuvosas passadas no aconchego da cama, pelas noites a dançar, por todos os momentos que passámos juntos e que não podiam ter sido de outra forma, o meu obrigada e um parabéns enorme para nós :)
Aguardo pela comemoração dos 50!

Amo-te, Dinis.


P.S. Fazemos 2 anos e meio no dia 11/11/11, assim se vê como somos especiais :P Mas isso eu já sabia.
 

domingo, 6 de novembro de 2011

Feel the fear and do it anyway.

Se calhar até sou mesmo maluca como me dizem. Masoquista, até.
Perdoo, dou segundas oportunidades, confio.
Nunca fui pessoa de ficar a remoer nos "e se". Sempre preferi lutar, tentar de novo, arriscar uma última vez com tudo o que tivesse. Dar os meus 100% para que, mesmo falhando, soubesse que tinha feito tudo ao meu alcance. 
E assim me mantive, mesmo tendo mudado, a pensar desta forma. A remar contra tudo e todos pelo que acredito, a ouvir conselhos mas a saber metê-los no seu saco, aquele que me acalma o espírito mas que não decide o que faço. 
Sinto em mim que devo continuar a acreditar. Que devo confiar e continuar a lutar por isto, que é o que mais quero na vida. 
Se posso vir a andar aos trambolhões e partir-me toda? Totalmente. Mas quero acreditar que, mesmo metendo as mãos no fogo por ele, ele não me deixará queimar...

Acredito que vamos ficar juntos. E felizes. Venha quem vier.