Sim, a ti... :P
domingo, 29 de janeiro de 2012
My Favorite Things #1
Boa, agora graças ao título do post não consigo cantar outra coisa...
Pois que já andava com vontade de fazer algo deste género há algum tempo.
Basicamente, a ideia é deixar aqui algumas das minhas coisas favoritas. Nada de pessoas nem de momentos, apenas coisas. Hoje é o carro, seguem-se os meus perfumes de eleição, os destinos de férias preferidos... Acho que já deu para perceber a ideia.
Passo então a começar.
Chevy Spark
Quem me conhece sabe que sou maluca pelo meu carro.
Quem não conhece, facilmente tira essa conclusão pelo facto de eu ir passear para a praia e me dar ao trabalho de o fotografar.
Se passarem pela ESSA e ouvirem alguém nos corredores a gritar algo como "o meu carro é perfeito e eu não o trocava nem por um Audi!!", sou provavelmente eu. E ai de quem falar mal dele, dizendo que o porta-bagagens é pequeno, ou que tem pouco espaço, ou que não anda muito - não quero saber. O meu Sparky é lindo. Tem espaço suficiente, cabe lá tudo o que é preciso, e ainda tem um painel de cair para o lado.
O único senão é eu não poder ir a lado nenhum sem saberem que lá estou. Já é comum receber mensagens, quando saio, a perguntar "não estás no sítio x? Vi o teu carro". Ermm pois. Desvantagens de se ter um carro verde-alface. E de ainda o ter personalizado com um cavalo no vidro e um malmequer na tampa do depósito. E ainda tenho medo de deixar as chaves algures, ou de que alguém se queira vingar de mim riscando o carro, porque não há ninguém no mundo que não saiba que o carro verde-alface é meu.
E sim, adoro imensos carros e é verdade que era uma pessoa feliz se tivesse nas mãos um Chevy Corvette '59 ou um Chevy Malibu '73 mas... Bebé Spark, a dona não te troca, não.
P.S. Depois deste post, sintam-se à vontade para julgar a minha sanidade... Realmente a coisa não anda boa.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
"Sobre a decisão de Amar"
Hoje partilho aqui um texto do Bagaço Amarelo acerca do Amor.
Achei que fazia todo o sentido.
"O maior equívoco sobre o Amor é acreditar que ele acontece sem mais nem menos. Não acontece. O Amor é sempre uma decisão, tal como o é deixar de pôr açúcar no café, fazer uma viagem à América do Sul ou ficar a dormir num Domingo à tarde. Decidimos aquilo que vai modelar em grande parte os nossos dias, e normalmente as pessoas que andam sempre mal de Amor são aquelas a quem falta a coragem de tomar uma decisão.
"O maior equívoco sobre o Amor é acreditar que ele acontece sem mais nem menos. Não acontece. O Amor é sempre uma decisão, tal como o é deixar de pôr açúcar no café, fazer uma viagem à América do Sul ou ficar a dormir num Domingo à tarde. Decidimos aquilo que vai modelar em grande parte os nossos dias, e normalmente as pessoas que andam sempre mal de Amor são aquelas a quem falta a coragem de tomar uma decisão.
O
problemas das decisões é que nem sempre estão certas, e isso deve-se à
nossa condição humana. Errar é humano, dizem. Pois nesse aspecto eu devo
ser o mais humanos de todos. Passei a vida a tomar decisões erradas das
quais, no entanto, não me arrependo. Foram decisões que, apesar de
tudo, me foram permitindo Amar. É verdade que talvez tenha tomado
algumas decisões menos boas porque, em vez da solidão, sempre fui
preferindo os Amores possíveis. À falta de melhor era por eles que me
decidia. Ainda bem que o fiz, no entanto, pois foi com eles que aprendi
isso mesmo: que o Amor é uma decisão.
Sempre que me
acreditava apaixonado por alguém, o meu primeiro pensamento era o de ter
esse Amor que estava ali à mão de semear. Foi assim toda a vida, e só
percebi esse meu grande erro quando me apaixonei pela Raquel. Quero que
este Amor me tenha, pensei. Nessa noite ela ensinou-me que o Amor é
maior do que eu e tomei a decisão de a Amar.
A diferença entre
um Amor que temos, por muito bom que seja, e um Amor que nos tem a nós,
tem exactamente a ver com a capacidade de decidir sobre ele. Perdemos o
controle sobre tudo o que nos tem a nós e, por isso, também a
capacidade de decidir o seu fim. É que o fim de um Amor também é sempre
uma decisão."
Agora é pensar - está decidido?
Agora é pensar - está decidido?
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Our soul is healed by children.
Até aos meus 15 anos, acreditei piamente que não tinha jeito para crianças.
Assustava-me pegar-lhes e não saber como agir com elas, não saber o que dizer (porque toda a gente sabe que é quase obrigatório olhar para um bebé e fazer aqueles sonzinhos sem significado), não saber como tratar deles.
Hoje em dia, arrepia-me ver outras pessoas dizerem que não gostam de crianças.
Tudo bem, aceito que não queiram filhos. Cada um sabe quais são os seus objectivos e há planos de vida sem espaço para crianças.
Mas dizer que não se suporta bebés? Que não se aguenta o choro e o ranho e as fraldas? Que não se tem paciência?
Eu acho que as crianças são - só - o melhor que o mundo tem.
Que é fantástico olhar para elas e ver o pouco que já fomos, o tamanhinho que já tivemos, a forma mágica como em tempos sonhámos. O mundo das crianças não tem limites, não tem obstáculos. Tudo é o que elas desejam que seja. Transformam-se tão facilmente em fadas ou em dragões...
A ideia de que não tinha jeito para crianças passou assim que comecei a ver os sorrisos que lhes despertava. A forma como era capaz de embalar a afilhada até adormecer, como a minha voz a acalmava e fazia sorrir. A maneira deliciada como os "primos" me pedem para lhes contar histórias e brincar com eles.
Sabem tão bem as conversas, os miminhos, as brincadeiras, os desenhos que fazem para oferecer, o colinho que se dá mesmo quando já estão crescidos e já começam a pesar. Os passeios de mãos dadas, o abraço enorme que vêm dar assim que passamos a porta.
Adoro crianças. Adoro. Vejo-me rodeada delas no futuro, com sobrinhos, com 3 filhos, com muitos pequenos amores no emprego. É um dos melhores lados da Terapia da Fala, que realmente quero aproveitar - o trabalho com crianças.
Acho sinceramente que, quem diz que não gosta de crianças, está a perder uma das melhores coisas da vida.
Laura, a afilhada mais linda do mundo, sem discussão possível.
Ai, entrou-se-me aqui uma poeira no olho...
P.S. - Sim, já sei que cada vez que vejo um bebé ou que me aproximo da Chicco, se ouve um "Tic Tac" a 2km de distância... Mas não se preocupem que só vou dar o gostinho ao relógio daqui a uns bons anos! :P
sábado, 21 de janeiro de 2012
ESSA!
Em Junho, no final do meu 1º ano, escrevi um post sobre a faculdade.
E disse, entre outra coisas, o seguinte:
"Todos os dias, sem excepção, entro por aquela faculdade e olho para o nome com o mesmo pensamento, a mesma emoção - eu cheguei até aqui. Consegui. Estou na ESSA, estou no curso dos meus sonhos, sou sortuda por poder seguir a minha paixão.
E, mais do que ter orgulho na faculdade, mais do que gostar de Terapia da Fala com tudo o que tenho, sinto orgulho em mim, no meu crescimento pessoal. Em tudo o que já alcancei."
E, mais do que ter orgulho na faculdade, mais do que gostar de Terapia da Fala com tudo o que tenho, sinto orgulho em mim, no meu crescimento pessoal. Em tudo o que já alcancei."
Este semestre foi um semestre difícil. Um semestre que me cansou, que trouxe muitos dissabores, sobretudo a nível pessoal. Que arrastou consigo grandes conflitos tanto com as colegas como com as pessoas do mundo lá fora.
Não gostei particularmente das cadeiras que tive. Apesar de algumas me interessarem (Fluência! ORL!), não me senti cativada, não senti que me acrescentassem nada. E, o que mais me custou, foi mesmo não ter sentido quase nunca que "é isto que eu preciso de fazer na minha vida". Deixou-me completamente abalada.
Foram vários meses em que tive de batalhar bastante para me aguentar, e em que tive muitas dúvidas... Se pertencia mesmo aqui, se era boa o suficiente, se, de facto, teria mesmo o que é preciso para chegar ao final dos quatro anos.
Como disse, tive muitas dúvidas.
Mas mantenho cada palavra do que disse há uns meses - todos os dias, o orgulho que sinto a entrar em Alcoitão é enorme. Todos os dias, eu sei que sou sortuda e que esta é a minha paixão. Todos os dias.
E eu vou ser Terapeuta da Fala.
Porque, por mais problemas que surjam, sei que é a esse mundo que pertenço. Sei que é esse mundo que me faz feliz. :)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
When nothing goes right, go left.
Dizer que estou completamente à toa é pouco.
Mas de onde é que isto tudo apareceu? Como raio é que cheguei até aqui?
Que não funcionava bem da cabeça já eu sabia mas, a sério... assim tão mal?
Ao ponto de sair de um erro e mergulhar noutro de cabeça antes sequer de me ter livrado completamente do primeiro?
Duas opções - ou sou só burra, ou sou masoquista. E estou fortemente inclinada a pensar que sou a segunda, que dizem que isso é característica dos Peixes e eu com a Astrologia não me meto.
Se calhar um dia quando for mais velha vou ter uma epifania qualquer e vou pensar cá para mim, "oh Inês, tu eras assim porque foste uma criança traumatizada" ou "oh Inês, tu eras assim porque andavas em busca do amor que não vias lá em casa", ou algo assim igualmente estúpido e depressivo, mas que costumam ser os pensamentos dos velhinhos (não é velhinhos, é idosos) quando estão num lar sem mais que fazer.
O que é certo é que eu agora, do topo dos meus quase 20 anos (menos de 2 meses! medoo!), acho isto absurdo mas não lhe encontro uma razão além da mais óbvia. Algo como "oh Inês, tu não te apoquentes porque já nasceste louca e agora não há nada a fazer para além de te deixares levar pela parvoíce e rezares para daqui a 3 meses não andares já a meter 2 embalagens diárias de Xanax no bucho", e agora incluía aqui um provérbio tipo "o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita", e terminava mais um parágrafo de merda.
Pausa - apenas para dizer que não percebo porque é que ando a fazer posts tão estúpidos em vez de continuar a filosofar com palavras bonitas como quando abri o blog... Isto é capaz de querer dizer que, de ano para ano, estou a piorar. Be afraid.
Isto tudo para dizer que não entendo o rumo que estou a dar à minha vida e que estou assustada porque está a ir um pouco contra o que fui até agora. Mas está-me a fazer bem, e eu decidi há uns meses que vou seguir as coisas que me façam bem.
E isso agora passa por me deixar levar nestas novas aventuras que surgiram, apesar de estar mais do que assustada por poderem não correr bem (e é difícil que corram).
Ai, vou mas é estudar.
P.S.: Acho que finalmente entendo porque é que sempre tive rapazes atrás. Isto de não perceber a mente de uma pessoa, e o processo de a tentar decifrar, é fascinante...
domingo, 15 de janeiro de 2012
Maybe, just maybe...
Provavelmente era mais feliz se fosse mais despreocupada. Se não pensasse tanto nas consequências a longo prazo e simplesmente me deixasse levar pelo que vai aparecendo.
Tenho é de meter na cabeça que só vivo uma vez e que esta vida é minha e de mais ninguém. Que posso fazer o que me apetecer, e que não tenho de me martirizar por isso.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Medos.
Acho que percebi finalmente o que me tem andado a incomodar tanto.
Em primeiro lugar, e que já estava bem assente na minha cabeça, o facto de já não saber estar sozinha. De sentir, apesar de não ter razões para isso, que devo algo a alguém, ou que preciso de me justificar perante alguma pessoa. O que é ridículo, pois, ao não estar comprometida, devia conseguir aproveitar a "liberdade", sem medo de magoar sentimentos, sem medo de me arrepender, sem pensar em consequências absurdas.
Além disso, aquilo que hoje finalmente entendi - o que me assusta é não ter o controlo da situação.
Não gosto de não ser o centro do mundo de alguém. Não gosto de não ter todas as atenções de determinada pessoa..
E, sobretudo, não gosto de não ter tudo nas minhas mãos. Parece que a bola, ultimamente, anda muito mais nas mãos de quem me rodeia do que nas minhas - e eu não consigo suportar isso. Preciso de saber que faço o que quero, quando quiser, sem que ninguém se meta no meu caminho. Que as minhas escolhas são só minhas e de mais ninguém. E isso está-me a escapar...
Pela primeira vez, não tenho a opção de manipular. Tenho de me deixar ir com a corrente, sem saber bem para onde vou.
E veremos onde essa corrente me vai levar...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Este post não tem puto de sentido.
"Inês" e "asneiras" - duas palavras tantas vezes usadas na mesma frase.
Sempre tive tendência para me meter em coisas que não devo. Talvez tenha a ver com o facto de não gostar de facilidades, de coisas oferecidas. Sempre gostei de desafios e de precisar de me esforçar para ter o que quero, e isso tem me vindo a levar a fazer escolhas pouco acertadas, a decidir-me por estradas demasiado sinuosas.
É verdade que se aprende com os erros. Não os repito, mas tenho vindo a sair de uma situação má e a meter-me logo noutra. E, agora que as coisas pareciam estar a compor-se, acho que decidi começar a sair de uma situação complicada para outra pior ainda. E já sei que vou sair mal disto, e lutar, e estrebuchar, e acabar magoada, mas apetece-me experimentar.
A professora diz que, quando tudo parece errado na vida profissional, a melhor atitude a tomar é parar com as queixas e decidir começar a plantar alfaces e agriões, para ver se a sorte aparece.
Será que no amor, quando tudo está mal encaminhado (ou quando simplesmente ele não existe), há alguma solução parecida?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Dar uma fugidinha...
Sempre tem aquela pessoa especial que fica na dela,
Sabe seu potencial e mexe comigo - isso é um perigo.
Logo agora que eu fiquei legal, 'tou morrendo de vontade de te agarrar,
Sabe seu potencial e mexe comigo - isso é um perigo.
Logo agora que eu fiquei legal, 'tou morrendo de vontade de te agarrar,
Não sei quanto tempo mais vou suportar.
Baby I'm tired of being friends...
I wanna know if you feel the same.
And could you tell me do you feel my pain?
Don't leave me in doubt.
I wanna know if you feel the same.
And could you tell me do you feel my pain?
Don't leave me in doubt.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
My thinking moments.
Passo muito tempo dentro da minha cabeça. Analiso, analiso, analiso.
E os meus momentos preferidos para isso são no banho (acho que isto é geral) e no carro. Nada melhor do que uma voltinha de carro com a minha música, sem ter de pensar no caminho. Simplesmente conduzir e deixar-me levar pelos pensamentos, fazendo o que sinto reflectir-se na velocidade... Ora uma condução calma, lenta, pensada, ora uma condução agressiva, perigosa, a 140km/h, que é o que o carro dá.
Ainda hei-de sair muitas vezes de casa a meio da noite para conduzir no escuro (como prefiro) e sem destino.
Outro lugar em que também me sinto bem para navegar pelos pensamentos é na praia. Ultimamente tem sido sempre acompanhada, mas acaba por ser bom quando a companhia também gosta daquele silêncio confortável em que ficamos as duas a pensar nas nossas coisas, a olhar para o mar, como se estivesse estabelecido que pelo menos uns minutinhos daquela tarde são para ignorar tudo o resto e pensar um pouco só em nós.
E é assim, entre estes três momentos, que tenho passado os meus dias...
Só um apartezinho para dizer que o 13 Minutes Of Panic fez quatro anos no dia 6. Não dei pelo tempo passar.. Mas mais anos virão! :)
Ah, shit.
Não vai acabar.
Vamos ser sempre paixão,
Vamos ter sempre o olhar
Onde não há ninguém.
Pois. Também me parece que sim...
- "He was so horrible to me, but sometimes... I find myself missing the good parts of him."
- "It's not him that you miss, 'cause what he had to offer wasn't real.
The way he made you feel about yourself? That was real."
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Voando Sobre um Ninho de Cucos
Tenho vindo a constatar que a loucura de facto é muito gira, quando não é patológica.
Pois que sim, que eu posso ser muito frita da cabeça, pode parecer que tenho um déficezinho de vez enquando, mas isto com vontade vai tudo ao sítio (nunca tenho é vontade que vá, porque gosto de ser assim, mas isso é outra conversa).
Anda é a incomodar-me a quantidade de gente realmente afectada que para aí anda. E aí engloba-se tanto aquele pessoal a quem dá a travadinha de um momento para o outro (de uma forma nada fofinha, refiro-me a quem passa de "ai somos tão amiguinhas e queridas e coiso e tal e borboletas amarelas" a "eu vou-te perseguir e matar com uma chave-de-fendas e vou esconder o teu corpo todo desmembrado embrulhado em película aderente na cave do prédio" em questão de minutos), como aqueles que vêm para aqui para o blog armados em gente grande que acha que já cresceu o suficiente para mandar palpites sobre o que eu faço ou deixo de fazer. Pois bem, lamento, não cresceram. Isto aqui é tipo montanha-russa, gente com menos de metro e meio não passa. E isso significa que comentários estúpidos relativos ao que eu digo (sim, a minha vidinha vai bem, obrigada), não são aceites, e não quero saber se é censura ou se acham que só aceito o que me convém.
Não, isto é o MEU espaço, com as MINHAS coisas, e eu quero que esteja bonito e ao meu gosto. Lamento, não entra gentinha mesquinha.
E sim, realmente sou a "Rainha do Poder e da Razão". Ando de tiara no dia-a-dia e tudo. Só não vê quem não quer. Gostei do título, a sério. Tenho pena é que, 10 minutos depois das discussões, me tenham apagado do facebook, tal criança que vira a cadeira para o lado numa de "já não sou mais tua amiga, rebeubéu pardais ao ninho". Juro, amava de paixão ver todos os dias aqueles 30 posts que a miúda fazia, 27 dos quais dirigidos ao seu fofinho. Era coisa que me aquecia o coração (agora a sério, obrigada, foi um favor que me fizeste... desde que te adicionei que me arrependi amargamente e todos os dias tinha vontade de te eliminar).
Um dia destes ligo para um hospício qualquer para ver se ainda há vaga e podemos chegar a um acordo.. Vocês ficam lá com caminha e roupa lavada, e mandam a droga à borla cá para fora [inserir morada]. Deal?
domingo, 8 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Yay!
Hoje o dia tinha tudo para correr mal.
Primeiro atrasei-me, depois parti um estore, à tarde houve discussão enorme na faculdade...
Mas, no meio disto tudo, houve uma sushizada épica (como todas o são!), 4 horas non-stop de conversas e grandes revelações num óptimo spot na praia e no Sparky, um sol espectacular, o mar super bonito de fundo e, ao chegar a casa, uma boa notícia.
Depois de tantos dias de preocupação, introduzi o assunto Erasmus cá em casa. Já esperava que não achassem piada, visto que nem por aqui gostam que eu ande sozinha a passear... Reacção - puseram a decisão nas minhas mãos e está tudo a depender das notas que tiver.
Portanto, que venham os notões e... Escócia, home sweet home por um semestre!
Está tudo bem encaminhado.
Está tudo bem encaminhado.
Se tudo correr bem, seja no 3º ou no 4ºano, ainda vou ser muito feliz em Edinburgh :)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Listas!
"Enough organization, enough lists and we think we can control the uncontrollable."
Dizem que fazer listas nos traz segurança porque é como se estivéssemos a pôr alguma ordem no caos.
Eu sempre gostei de listas, e talvez isso apenas demonstre que a minha cabeça sempre foi algo caótica. Nada que não soubesse já.
Assim, sempre fiz listas para tudo. A típica lista de compras, uma lista com todas as datas de entrega dos trabalhos da faculdade (mesmo já as tendo na agenda), documentos com os comentários e posts do blog todos organizados, classificações de filmes no IMDB, listas de prendas, listas to-do para organização de algumas coisas... Enfim. Uma pilha delas.
Acabo por organizar as coisas na minha cabeça e é a minha maneira de não dar em doida (ainda mais). Pelo menos nas listas tudo tem uma ordem, um propósito, uma estrutura. Nada é por acaso nem está deslocado. E isso faz-me falta.
E tudo isto porque me apeteceu fazer uma lista de 25 coisas random sobre mim. Anda-me a dar para estas parvoíces, numa de me distrair e não pensar em merda, que aparentemente é tudo o que me tem atravessado a cabeça no último mês e pouco.
1) Tenho alguma hipersensibilidade ao som. Quando começa a ficar muito barulho, ou há vários sons sobrepostos, começo a ficar extremamente irritada e ansiosa, e fico tensa até que o barulho pare. (Síndrome de Asperger, much?)
2) Tenho memória fotográfica. Posso cruzar-me com alguém na rua e hei-de a conseguir descrever ou reconhecer meses depois, e dizer ao certo onde nos cruzámos.
3) Sou obsessiva-compulsiva. E as pessoas tendem a achar imensa piada aos meus relatos, ou a achar que são coisas que se controlam ou que faço por brincadeira, mas não tem piada nenhuma e é uma das coisas que não me permitiu aproveitar a infância a 100%. Uma vantagem é saber sempre se alguém mexeu nas minhas coisas, porque basta estarem desviadas uns milímetros para eu notar.
4) Já visitei 15 países (e aqui estão incluídos a Madeira e os Açores, fazem parte de Portugal mas é como se não fizessem), 3 deles mais do que uma vez.
5) De tempos a tempos, tenho amigos que me enviam emails sobre alcoolismo. "A brincar a brincar, dizem-se 50% das verdades". E a verdade é que já ia sendo suspensa do Secundário por estar bêbeda na escola, e fui safa pelo prof. de Psicologia (história engraçada).
6) Sou claustrofóbica, e aposto um rim (neste caso mais vale apostar os órgãos todos...) em como se algum dia tenho o azar de ficar presa num elevador, morro de pânico ali na hora.
7) Um filme que, apesar de não ser o meu favorito, me marcou muito foi O Turista. Ver os meus dois actores preferidos (Angelina Jolie e Johnny Depp) juntos... Priceless! E, neste ponto, acrescento que sou doidinha por cinema e que, se passo uma sexta-feira sem a minha noite de jantar fora e cinema, começo a coçar o bracinho de nervos. Tem de ser todas as semanas, todas.
8) Tenho um pouco a mania de que nasci para ser princesa. E isso inclui gostar de esperar que o meu pai me abra e feche a porta do carro, amar de paixão os pequenos-almoços dos hotéis, e procurar incessantemente o meu príncipe encantado. Não precisa de vir num cavalo branco, que esse já eu tenho.
9) Faço colecção de globos de neve de cidades/países. Já tenho 29, alguns que comprei e outros que me foram oferecidos.
10) Adoro cicatrizes. Mas assim de uma forma algo fetichista... Acho bonitas (e sexy, muito sexy). São "marcas de guerra", como costumo dizer e, se sei que alguém tem uma, sou capaz de passar ali o dia a passar os dedos e a olhar para ela. E isto leva-me a falar da minha única cicatriz, feita quando tinha cerca de 4 anos. Lembro-me como se fosse hoje. Estava no CascaisShopping sentada num banco alto sem costas (banco de bar), numa pizzaria, toda contente porque ia comer uma pizza de banana... A minha mãe tinha o braço por trás de mim, para eu não cair e, como tinha de se afastar para fazer o pedido, disse-me "agarra-te bem ao balcão, vou tirar o braço", e assim que tirou eu caí. Andei ali às cambalhotas para trás, em pleno centro comercial, e abri o queixo. Poor me.
11) Tenho algumas manias caseiras algo irritantes (agora é que ninguém vai querer viver comigo...), que incluem gostar de beber coisas pelo pacote, pôr sempre a loiça no balcão em vez de na máquina de lavar que está uns metros à frente (contam-se pelos dedos as vezes em que já pus coisas na máquina), transformar a casa-de-banho num ringue de patinagem sempre que tomo banho (não tenho culpa de adorar sentir a água a escaldar!) e ter de ter sempre lá no chuveiro pelo menos 2 géis, 2 shampoos e 2 amaciadores, para ir alternando.
12) Adoro ver casas na internet. Passo ali que tempos, embora ainda me faltem pelo menos dois anos para ir viver "sozinha". Ainda assim, fico ali embasbacada entre T1s e T2s, entre aquecimentos centrais e sons ambientes, entre quartos espaçosos e cozinhas de cair para o lado. Mas pronto, podia ter-me dado para pior.
10) Adoro cicatrizes. Mas assim de uma forma algo fetichista... Acho bonitas (e sexy, muito sexy). São "marcas de guerra", como costumo dizer e, se sei que alguém tem uma, sou capaz de passar ali o dia a passar os dedos e a olhar para ela. E isto leva-me a falar da minha única cicatriz, feita quando tinha cerca de 4 anos. Lembro-me como se fosse hoje. Estava no CascaisShopping sentada num banco alto sem costas (banco de bar), numa pizzaria, toda contente porque ia comer uma pizza de banana... A minha mãe tinha o braço por trás de mim, para eu não cair e, como tinha de se afastar para fazer o pedido, disse-me "agarra-te bem ao balcão, vou tirar o braço", e assim que tirou eu caí. Andei ali às cambalhotas para trás, em pleno centro comercial, e abri o queixo. Poor me.
11) Tenho algumas manias caseiras algo irritantes (agora é que ninguém vai querer viver comigo...), que incluem gostar de beber coisas pelo pacote, pôr sempre a loiça no balcão em vez de na máquina de lavar que está uns metros à frente (contam-se pelos dedos as vezes em que já pus coisas na máquina), transformar a casa-de-banho num ringue de patinagem sempre que tomo banho (não tenho culpa de adorar sentir a água a escaldar!) e ter de ter sempre lá no chuveiro pelo menos 2 géis, 2 shampoos e 2 amaciadores, para ir alternando.
12) Adoro ver casas na internet. Passo ali que tempos, embora ainda me faltem pelo menos dois anos para ir viver "sozinha". Ainda assim, fico ali embasbacada entre T1s e T2s, entre aquecimentos centrais e sons ambientes, entre quartos espaçosos e cozinhas de cair para o lado. Mas pronto, podia ter-me dado para pior.
Por enquanto fica assim, mas vou acrescentar os restantes pontos mais tarde ;)
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