Destinos
Há dois sítios no mundo a que eu hei-de voltar sempre que possa (e não são só dois mas, por enquanto, estes são aqueles).
- República Dominicana
É o meu sítio de fuga.
As Caraíbas atraem sempre as más línguas que acham que viajar é muito mais do que estar de papo para o ar de manhã à noite, em regime tudo-incluído. A essas pessoas eu só tenho a dizer uma coisa... Claramente nunca estiveram em Punta Cana.
Verdade, viajar é bem mais do que isso. Mas tendo a hipótese de fazer uma viagem mais "cultural" e outra para relaxar, por favor não escolham Tenerifes e Maiorcas e coisas que tal. E, do prisma oposto, garanto igualmente que nem as Maldivas lhe chegam aos calcanhares.
A República Dominicana é a chegada ao paraíso. É toda uma calma que nunca se sentiu, é o calor no corpo, é a chuva quente (chove torrencialmente e continua-se na piscina!). É caminhar descalço depois de uma tempestade e sentir a água morna nos pés, é o mar que fica mais quente conforme anoitece, é a brisa nocturna sempre quentinha.
Estar ali é ser princesa por uma semana. A melhor comida, cocktails de cair para o lado, a empregada a abrir-me a cama à noite, deixando um chocolate na almofada e o pijama dobrado ao lado.
É ter luxo e ao mesmo tempo descontracção, poder descalçar os saltos altos e levá-los pela mão até aos restaurantes (e eu adoro fazer isto).
A República Dominicana tem de ser um dos meus sítios. Porque nunca me farto dela, porque cada vez que sinto as rodas bater no chão sinto um alívio por estar de volta àquele lugar, porque, mesmo quando as saudades de casa começam a apertar, há um pedacinho de mim que quer sempre ficar.
E já foram 3 vezes (ou 4? perdi-me nas contas), mas muitas mais virão, com toda a certeza... Em princípio, brevemente! :)
- Paris
Falar de Paris emociona-me, não há nada a fazer.
Paris foi a minha primeira viagem de sempre. Tinha 6 anos e a verdade é que lembro-me de pouco mais do que da Disneyland e do apartamento que alugámos. Talvez por isso, sempre tive vontade de lá voltar e, no Verão de 2010, voltei mesmo, para uns dias em Paris e outros em Reims (onde a cunhada estudava).
Os dias foram agridoces, por situações que surgiram e que nunca deveriam ter acontecido estando eu a mais de 1400km de casa.
Mas ali também me senti em casa. Pela primeira vez, e depois de viajar por tantos países, senti que ali pertencia, que era a pessoa mais feliz do mundo se pudesse voltar lá sempre que quisesse. Que, se vivesse noutra cidade que não Lisboa, seria ali.
Paris... Paris é tudo.
A comida não tem descrição. A cada dois passos há um restaurante espectacular, dá vontade de passar dias inteiros a comer de tudo. Os Macarons são A maravilha gastronómica e ai de quem for aos Champs-Élysées e não me trouxer uma caixa com pelo menos 30. O champagne Pommery é de Reims mas eu associo-o a França e também não há palavras.
Paris para mim é liberdade, são ruas e ruas lindas, são os artistas em cada esquina. E é amor, pelo que se vê pelos cadeados na ponte (que eu também quero vir a pôr, um dia...). É a cidade em que me sinto mais segura.
Acho que não me consigo fartar.
Paris para mim é liberdade, são ruas e ruas lindas, são os artistas em cada esquina. E é amor, pelo que se vê pelos cadeados na ponte (que eu também quero vir a pôr, um dia...). É a cidade em que me sinto mais segura.
Acho que não me consigo fartar.
Agora é continuar a viajar, para ver se encontro outros lugares de que goste tanto como destes (alguns já se aproximam bastante...). Um destaque muito rápido para o Sahara à noite... Com um céu estrelado que deve ter sido a coisa mais bonita e mais marcante que já vi na vida.
Adorava ir aos dois! (:
ResponderEliminarPelo menos a Paris eu levo-te!
ResponderEliminarEspero mesmo que esse pequeno sonho se concretize! (:
ResponderEliminarNão me queres levar também na bagagem das tuas viagens? :,) eu gostava taanto!
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