terça-feira, 1 de outubro de 2013

A tough road.

A minha vontade de escrever tem sido nula. Acho que se deve a não querer sequer reflectir, não querer olhar para dentro de mim, porque não vejo nada bonito nem que valha a pena partilhar.
Apesar de ter voltado para Portugal no início de Fevereiro, ainda me sinto imersa no mítico Síndrome da Depressão Pós-Erasmus, em que tudo parece aborrecido, banal. Os dias vão passando e eu, morta de saudades de tudo, vou-me arrastando por eles porque tudo o que queria era voltar para lá.
Apesar disso, e porque gosto de, pelo menos, fazer um esforço por ser positiva, até estou a passar uma fase com algumas coisas muito boas - os laços com quem me era importante estão mais fortes e estou no último ano do curso que me enche o coração.
Hoje fui comprar a bata para oferecer à minha afilhada que, não sei como, ainda agora nasceu e já está com três anos e meio e começou a pré-escolar, e consegui que a Educadora a chamasse para lhe dar um beijo, por não a ver há algum tempo - e tenho a dizer que ver a minha Princesa crescida esboçar um sorriso quando me viu e largar a correr de braços abertos, para se pendurar no meu pescoço e aninhar no meu abraço, foi a melhor coisa que podia ter pedido para me alegrar neste dia cinzento.

2 comentários:

  1. Sem nos darmos contar, o tempo voa de uma maneira extraordinária.

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  2. Voa mesmo! Eu sinto que ainda agora era caloira e já sou finalista :) Mas, apesar de voar, até sabe bem ver como as coisas vão mudando, evoluíndo.

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