Fazem-se coisas tão
pequeninas e tontas, por paixão. Pode ser uma paixão recente, daquelas
em que ainda tudo parece não ter qualquer falha, qualquer brecha prestas
a abrir, ou uma paixão que perdurou apesar dos vários anos; não
importa, paixão é paixão e tem de ser assim.
Quando nos apaixonamos, há todos os outros - e, depois, há ele.
Há todos aqueles que mandam mensagens intermináveis, ainda que não tenham uma resposta, até que desliguemos, por fim, o aviso quase inaudível de mensagem, apenas para podermos dormir mais um bocadinho; e há ele, aquele que nos faz deixar o telemóvel com som toda a noite apenas para podermos ler uma mensagem, ou atender uma chamada, em tempo real. Sentimos que paixão tem de ter noites mal dormidas, com aquele aperto no estômago de quem mal fechou os olhos, porque se sabia que ele ainda não estava em casa. Tem de ter a espera interminável, de que falei, apenas por uma chamada de uns minutos, porque para ouvir a voz dele por um bocadinho - e ai, a voz dele... - vale sempre a pena, a meio de qualquer noite.
Quando nos apaixonamos, parece que todos os outros perfumes de homem são iguais; excepto o dele - não, o dele traz ao de cima sensações que vão da saudade à vontade. Vontade de amar, vontade de ter.
E eu escrevi isto há algum tempo, quando não tinha ninguém, mas hoje posso dizer que, com o meu ele, é tal e qual isto. Não há mensagem que não me deixe com um sorriso aparvalhado, não há chamada que não me faça apaixonar mais um bocadinho pela voz dele, não há vez em que sinta o perfume dele e que não fique a querê-lo mais.
Hoje, não "há todos os outros e, depois, ele". Só há ele.
Quando nos apaixonamos, há todos os outros - e, depois, há ele.
Há todos aqueles que mandam mensagens intermináveis, ainda que não tenham uma resposta, até que desliguemos, por fim, o aviso quase inaudível de mensagem, apenas para podermos dormir mais um bocadinho; e há ele, aquele que nos faz deixar o telemóvel com som toda a noite apenas para podermos ler uma mensagem, ou atender uma chamada, em tempo real. Sentimos que paixão tem de ter noites mal dormidas, com aquele aperto no estômago de quem mal fechou os olhos, porque se sabia que ele ainda não estava em casa. Tem de ter a espera interminável, de que falei, apenas por uma chamada de uns minutos, porque para ouvir a voz dele por um bocadinho - e ai, a voz dele... - vale sempre a pena, a meio de qualquer noite.
Quando nos apaixonamos, parece que todos os outros perfumes de homem são iguais; excepto o dele - não, o dele traz ao de cima sensações que vão da saudade à vontade. Vontade de amar, vontade de ter.
E eu escrevi isto há algum tempo, quando não tinha ninguém, mas hoje posso dizer que, com o meu ele, é tal e qual isto. Não há mensagem que não me deixe com um sorriso aparvalhado, não há chamada que não me faça apaixonar mais um bocadinho pela voz dele, não há vez em que sinta o perfume dele e que não fique a querê-lo mais.
Hoje, não "há todos os outros e, depois, ele". Só há ele.
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