Tenho saudades da minha cama enorme, das paredes com janelas de uma ponta à outra, da minha caneca laranja que tinha de lavar vezes sem conta (dando cabo das unhas), das velas pela casa, das garrafas de vinho branco abertas à noite para acompanhar How I Met Your Mother, da minha bicicleta holandesa amarela e dos passeios nocturnos nela, da forma como o sol iluminava o prédio em frente, do casal de vizinhos que eu tantas vezes observava, da minha máquina de bebidas, da comida e dos chás que cá não consigo encontrar, da Meir - ai, a Meir -, da Centraal Station, das minhas holandesas e maltesas e da minha eslovaca e das outras que não me marcaram tanto mas que também me acompanharam, dos comboio limpinhos e das viagens que fiz neles, da neve lá fora, das fotografias tiradas à janela, do De Prof e dos outros bares que conheci e que me conheceram, de ouvir falar holandês, dos cafés com aquecedores e mantinhas, da Catedral, do rio Schelde, das casas, das pessoas, de ser especial por ter sempre algo para ensinar a alguém, de ser Erasmus.
Tenho saudades.
Dava o mundo por passar, na Antuérpia, mais um dia que fosse.
E para te mostrar o sítio onde fui tão feliz.
que sonho!
ResponderEliminarFoi um sonho que vivi por algum tempo, agora só posso mesmo sonhar com ele.. Mas pode ser que algum dia volte a ser um sonho mais real de novo. :)
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