segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Amor em imagens.

Há dias em que vejo que gosto tanto de ti que nem sei como, noutros momentos, pude achar que sentia algo assim.
Quando se gosta mesmo, não há forma de confundir. Quando se gosta mesmo, é aquilo e pronto. Todos o vêem... E nós sentimo-lo. Muito. Sem dúvidas nem questões.
Há dias em que vejo que gosto tanto de ti, que nem percebo como é que isto aconteceu.
Mas é o que é - e, connosco, é. Desde o primeiro dia :) 

 


 



 
(encontrei esta imagem há uma data de tempo, guardei-a, e no outro dia vi este muro 
mesmo em frente à CUF Belém... coincidências felizes!)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Eu e tu. Tu e eu.

Cada vez há mais tu: aqui está uma boa definição de amor.  

Basta olhar para ele para saber que o mundo irá continuar 
a acontecer: aqui está uma boa definição de amor. 

Pedro Chagas Freitas


Hoje é só isto. 22 tornou-se um número bonito :)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um ano de distância

Faz hoje um ano que voltei da Antuérpia.
Ficam fotografias, porque não tenho palavras que cheguem para as saudades que sinto. Um ano depois da despedida, ainda penso nisso todos os dias.




 











 Antuérpia (à noite) em 2012, Cascais em 2013

Primeiro dia, a 12-09-2012, e último, a 12-02-2013

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

TPM e Nostalgia

Este mês veio com tudo a que tinha direito - enxaquecas de dia e meio, desejos incontroláveis de cupcakes e chocolates, depressão, irritação. 
Hoje deu-me uma nostalgia de outro mundo.
A culpa foi deste post fantástico. Li-o, algo embevecida (e a mais uns quantos posts do mesmo blog), mas depois caiu-me tudo. 
Depois de amanhã faz um ano que voltei para Lisboa, depois dos meses que vivi na Antuérpia. Aparentemente, ontem, dia de tempestade horrível (e dia em que mal conseguia abrir os olhos, por causa da enxaqueca), fez um ano de que me despedi do A., mas nem dei pela data, reparei nela agora. Não a tenho gravada em mim, ao contrário do dia 12 - já não a sinto, e ainda bem.
E pensei em tudo. Nas coisas boas, nas coisas más. No quão feliz fui durante uns meses, no ano inteiro que passei infeliz porque Lisboa não me sabia a casa, no feliz que estou agora porque, afinal, tenho aqui pessoas que valem a pena. Porque, afinal, a minha vida também aqui pode mudar.
Mas pensei também no que li. Apeteceu-me ter um bebé. Agora, aqui comigo. Pensei no dia em que me falhou a força nas pernas e caí, a chorar ajoelhada no chão, tanto de alívio por não ter um bebé naquelas circunstâncias, um bebé que não me estava destinado, como de alguma pena por não vir a tê-lo. Pensei que estaria hoje com seis meses. No quão diferente seria hoje a minha vida, não sei se para melhor ou pior; nunca saberei.

... e deixei este post a meio, porque fui ter com ele (completamente descompensada e com as hormonas em grave descontrolo, note-se), que sabe exactamente o que fazer para me pôr a rir, e tudo isto deixou de ter importância. Acabou-se a nostalgia. 
Porque, afinal, o que importa é o que tenho agora - e agora, agora estou muito bem com o que tenho :)

domingo, 9 de fevereiro de 2014

E em noite de mega temporal...

“Como gosto de estar aqui. Como gostaria de ter partilhado mais vezes a cama contigo. Só assim, juntos, na mesma cama, a ouvir a mesma respiração. A respirar a mesma respiração. E bastava isso para me fazer feliz. Adormecer a ouvir-te respirar, acordar a ouvir-te respirar. E tudo fazia sentido. Bastaria isso para tudo fazer sentido.”

Pedro Chagas Freitas

Era só isto, por favor.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Favorite pastime

Toda a gente que me conhece sabe que, se há coisa de que não gosto, é de exercício - sobretudo, e com grande ênfase, de correr. Odeio. Odeio de morte.
E não digo que tenha andado a correr, mas acho que nunca um centro comercial viu uma mulher a andar de forma tão apressada por entre sapatos e roupas lindas da Blanco, inclusive aquele-casaco-que-eu-preciso-muito-desesperadamente-de-ter-e-que-ainda-não-foi-hoje-que-experimentei, saltitando entre o amontoado de pessoas que se passeavam pelo Fórum Sintra a um Domingo à tarde, à falta de melhores planos para um dia de sol tão bom como o de hoje.
Senhores seguranças que me viram pelas câmaras, não, eu não roubei nada.
É só porque cada minuto poupado ali, correspondia a mais um minuto com ele.
E cada minuto é precioso, ou não?

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"Então olha, só te quero a ti" - e só.

Começo a aperceber-me de que há pessoas sobre as quais é (muito) difícil escrever. Se calhar não é necessário, porque já está tudo a ser dito. 
Mas gosto de tentar.

Sabes,

Não somos poesia mas, contigo, já consigo compreender aquela nostalgia associada ao tabaco - metade dos poemas fala da saudade de sentir o cheiro nas roupas de quem gostavam, de como se lembram da presença dele nos abraços ou ao entrar na sala onde a pessoa passava mais tempo. Ver-te fumar faz-me mal à cabeça (é de doidos eu gostar disso, não é?). Ver-te sorrir faz-me mal à cabeça.

Não somos poesia mas deixaria que desenhasses Orion nas minhas costelas de forma permanente e encontraria a Ursa Menor traçada nas sardas dos teus ombros. Um dia hei de tocar em cada uma delas (e podes tentar enxotar-me, mas não vais conseguir).

Não somos poesia, e sei que te vais rir daquilo que escrevo e gozar-me por ser melosa, acusando-me de estar apaixonada e eu, como de todas as vezes, vou rir muito de forma tonta e vou dizer que não, que isso querias tu, mas vou saber - e tu também, porque o lês em mim -, que sim, estou apaixonada e completamente atordoada por gostar tanto de ti.

A verdade é que não somos poesia, não. Temos pouco de poético (e muito de parvos). Mas achei, e  achaste, logo ao início, que parecia que nos conhecíamos há anos. Achei, e achaste, que foi surreal a forma como nos aproximámos e nos ficámos a querer. Acho, e espero muito que aches, que esse alinhar de estranhas coincidências foi a melhor coisa que nos aconteceu. E não me digas para não sonhar, para "não viajar". Eu sou feliz a sonhar com estas coisas. Tenho sido feliz contigo :) E tenciono continuar.


We will.