quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Em 2014...

... com mais ou menos importância, passaram-se imensas coisas boas:

Conheci o meu melhor amigo e amor da minha vida, sobre o qual todos os pontos deste post poderiam falar porque foi, sem dúvida, a melhor coisa que alguma vez me aconteceu;

Apresentei, pela primeira vez, um namorado à minha família, que sempre soube recebê-lo bem;

Tive o meu primeiro double-date! ahahahah;

Mergulhei no mundo da Surdez, imersa numa comunidade fantástica e com a qual aprendi a Comunicar da melhor forma, sem precisar de falar - aprendi um pouco de Língua Gestual Portuguesa -, num estágio que me fez ver qual a área profissional em que sou mais feliz;

Fui pela primeira vez à Serenata Monumental de Coimbra, cidade que não conhecia mas que me ficou tão querida, cidade dos amores;

Terminei o curso que tanto me apaixonou ao longo de quatro anos e tive a minha Queima das Fitas e o Baile de Finalistas;

Voltei a ver algumas das minhas amigas de ERASMUS, num regresso à cidade a que ainda chamo "casa" e onde revisitei todos os sítios de que morria de saudades, incluindo o meu antigo apartamento;

Conheci Santarém com Ele, cidade a que ainda voltarei, por certo, muitas mais vezes;

Enchi a barriga de idas à praia (primeira vez que fui ao Portinho da Arrábida!), até me cansar e desejar que fosse Inverno;

Comecei o meu primeiro emprego, na área para a qual estudei;

Deixei de ter medo de impor as minhas vontades à minha família;

Passei para o cigarro electrónico que acho que me ajudará a ser uma pessoa mais saudável, a longo prazo;

Fui pela primeira vez à pesca - mentira, só assisti, mas fui à pesca na mesma; 

Fui pela primeira vez - isso sim -, a um festival de Verão, o NOS Alive; 

Passei a pertencer à "malta" e comecei a ver Breaking Bad, Game Of Thrones e The Big Bang Theory, que andava há anos a deixar arrastar;

Cresci muito, imenso, aprendendo que o orgulho nunca é razão para não dizer "amo-te" mesmo depois de uma discussão;

Namorei muito, passeei muito, conheci imensos sítios e pessoas, fui imensamente feliz. 
E continuarei a trabalhar para sê-lo, sempre mais e mais, em 2015.

Feliz Ano Novo! :)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Going back.

Voo marcado. Hotel marcado.
Vou finalmente voltar onde já fui muito feliz e, ainda que por poucos dias, vou mostrar-lhe o sítio a que ainda hoje chamo casa.
Está quase e eu mal posso esperar. Desta vez, saberá ainda melhor.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

O dia em que o mundo mudou.

Faz hoje seis meses que o mundo sofreu uma reviravolta - na verdade, custa-me até usar o verbo "sofrer". Faz hoje seis meses que o mundo girou e se retorceu, com cambalhotas, pinos e mortais à retaguarda. Assim, sim.
Na verdade, se calhar nem todos o sentiram. Sei que toda e qualquer pessoa me lê na cara e no olhar que o meu mundo mudou, mas talvez para os outros o mundo esteja ainda na mesma. Para mim não. Não podia estar mais diferente.
Há seis meses aprendi o valor das segundas oportunidades. Apareceste - porque o que eu escrevo é para todos lerem, mas sempre um bocadinho mais para ti - na minha vida com a maior naturalidade e eu nunca sequer sonhei com o que haveria de estar para vir. Digo muitas vezes - talvez demais -, que foi como se tudo se alinhasse para que aquele momento, o da primeira conversa, culminasse naquilo que somos hoje. Na altura certa, um cigarro virado ao contrário, com um desejo dentro, trouxe-te de novo até mim.
Há seis meses aprendi o que é, verdadeiramente, a química. Com a conversa - porque posso dizer que, desde esse dia, tivemos apenas uma conversa, que nunca terminou e apenas teve pausas para dormir -, aprendi o que é sentir nos ossos, nos pulmões, nos poros, que alguém é especial e importante. Que a paixão pode aparecer num estalar de dedos e, ainda assim, perdurar. Porque perdura, intacta e inabalável, até hoje.
Hoje, e olhando para trás, sinto que cresci muito como pessoa. Revirar a minha vida de modo a podermos viver uma felicidade plena e partilhada, nunca me tinha feito tanto sentido. Moldar-me a alguém - a ti, que és mais do que alguém -, fez-me aprender que o amor verdadeiro está nas coisas microscópicas, como nos tiques de linguagem que ganhamos um com o outro, nas piadas tontas que repetimos juntos - incessantemente - depois de cada fim de semana que partilhamos e em que nos redescobrimos, bem como nos cuidados redobrados um com o outro, em que até a escuridão da noite numa casa velha é razão para um "queres que vá lá contigo?" preocupado. Em seis meses, sinto que aprendi a ser uma pessoa melhor, e isso é a coisa mais importante que alguém pode pedir de uma relação. Aprendi - ainda que exija esforço - a não guardar rancor, a tirar a cara triste após os pequenos conflitos, porque nunca poderia voltar para casa sem estarmos no nosso melhor - e 99% de felicidade não chega. Aprendi, mesmo que o 1% nos falte momentaneamente, a sussurrar o que sinto por entre os lençóis, porque me recuso a adormecer sem to relembrar. Aprendi a ser mais calma, a dividir sempre o trabalho para o peso não cair apenas sobre um de nós, a dar-me e entregar-me sem vergonhas - e aprendi que, contigo, posso cantar de forma desafinada e ser criança, porque me amas como a mulher que sou mas também pelo meu jeito de menina. Sobretudo, aprendi que todos os amores são diferentes, e que aquele sentimento que eu julgava conhecer tão bem podia, afinal, ter um expoente que só viria a cruzar contigo.
Faz hoje seis meses que o meu mundo mudou - conheci a minha pessoa favorita entre milhões. És e serás sempre tu. Amo-te muito.

"Lucky I'm in love with my best friend,
Lucky we're in love in every way."

domingo, 29 de junho de 2014

Fins e começos.

21 e 28 de Junho de 2014. Baile de Finalistas e Bênção das Fitas. 
O culminar de quatro anos, com as melhores pessoas do meu lado e uma felicidade gigante.





A fita preta. "Não há mal que sempre dure".

terça-feira, 24 de junho de 2014

"O que é teu vem com tempo"...

...e a verdade é que veio mesmo - tenho, neste momento, tudo o que poderia precisar para ser feliz e, com isso, paz, plenitude, segurança.
Ao mesmo tempo, o melhor da vida é sabermos que, por mais felizes que sejamos, há sempre espaço para o sermos mais ainda - e sei que serei, apesar de parecer impossível.

Há poucas palavras para dizer isto, e nem um texto bonito daria mais importância ao que se segue - já sou Terapeuta da Fala e, do meu lado nesta etapa final, tive o homem da minha vida.

Voltarei quando conseguir dizer mais do que isto - sou a mulher mais feliz do mundo, sou a mulher mais feliz do mundo, sou a mulher mais feliz do mundo.

sábado, 31 de maio de 2014

Finish line!

Terminei o Estágio - uma das melhores experiências que já tive, que me mergulhou no mundo da Surdez, que me permitiu começar, finalmente, a aprender Língua Gestual, que me fez ver que este bichinho, que tinha há tanto tempo, tem tudo para ser uma paixão enorme.
Correu bem do início ao fim. Em boa verdade - literalmente boa -, tudo neste ano me está a correr bem.
Neste momento, estou a um relatório de distância de me tornar Terapeuta da Fala. Depois do Verão - que tem tudo para ser o melhor do mundo - começará a procura de emprego. O meu primeiro emprego, a fazer o que mais gosto, o que me faz tão feliz.
Licenciar-me não me assusta. Nunca tive o Síndrome de Peter Pan, nunca tive medo de crescer, de ganhar responsabilidades, de precisar de trabalhar e cuidar de mim. Sinto-me até entusiasmada - muito entusiasmada, por mais difícil que o percurso possa vir a ser. Mas conseguirei.
Quatro anos depois, a meta aproxima-se - e só quero correr até lá! 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Coimbra dos Amores

Era pequenina quando visitei Coimbra. Não me lembrava de muito, o nome não me dizia nada.
Quando entrei na faculdade, meti na cabeça que havia de ir assistir à Serenata Monumental. Que ser estudante universitária e não ver a Serenata ao vivo e a cores não podia ser. Finalmente, este ano - o último -, lá fui.
Quatro dias depois, Coimbra já não me é uma cidade qualquer. Sabe-me a quilómetros percorridos a pé, por ruas antigas e escadarias íngremes. A acordar e abrir uma janela com vista para o rio Mondego. A ver filmes enroscada num abraço, partilhando uma garrafa de vinho - finalmente, posso dizer que gosto do Rei Leão! Coimbra sabe-me a passeios pela Quinta das Lágrimas, pelo Jardim Botânico, pelas ruínas. A conversas intermináveis.
Acima de tudo, sabe-me às nossas parvoíces. Às cantorias no carro, às baboseiras que inventávamos, ao mel que mostrávamos por todo o lado. Àquele amor que toda a gente consegue ver de fora e que, nas fotografias, se nota tanto nos olhares - os meus olhos mudam quando és tu a tirá-las - sorriem.
Percorrer Coimbra cansou-me o corpo mas alimentou-me a alma. Alimentou o amor. "Coimbra" não me dizia nada mas hoje, depois de a partilhar contigo, o seu nome sabe-me a ti.

"Por Coimbra arde um rosto de saudade."





 





quarta-feira, 7 de maio de 2014

"Na hora da despedida"

Finalmente, quatro anos depois - e a meros passos de terminar o meu percurso académico -, vou só ali concretizar um sonho e já volto :)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Duo.

Tudo quanto escrevo sobre ti sabe a pouco; se não for sobre ti, não me sabe bem escrever sobre mais nada.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Dreams really do come true!

Tudo o que se quer muito, seja aquilo que for, consegue-se - com mais ou menos obstáculos, com mais ou menos ideias de que "vai ser impossível" implantadas na cabeça.
Hoje tive outra - mais uma - prova disso. E não podia estar mais feliz.

sábado, 12 de abril de 2014

Stand-by

Sempre senti tudo, bom e mau, de uma forma muito intensa e, por isso, sempre alimentei a minha escrita com esses sentimentos. É-me mais fácil escrever quando não estou bem, por desabafo - e dizem que os artistas (apesar de não o ser), só produzem a partir da tristeza.
Deixei o blog parado durante quase um mês, apesar de lhe ter sentido a falta. Sentia que queria escrever mas que não conseguia. Na verdade, e ainda que este blog seja meu e que as más línguas não interessem, abandonei-o também um pouco pelo medo de que, como sempre, viessem dizer-me que estava a sonhar demais, a viver uma felicidade novamente passageira - porque quem aqui passa sabe que tive várias fases de "unicórnios e arco-íris" mas também tive a minha quota parte de perdas. E há quem só consiga alimentar-se disso, do mal dos outros, e tente rogar pragas a quem está feliz. Senti que não acreditariam que desta vez é diferente, porque é mesmo, e não escrevi de forma a não admitir que ninguém me dissesse o contrário.
Por isso, neste mês dediquei-me única e exclusivamente a trabalho e amor. 
O estágio termina daqui a um mês e meio e, nessa altura, apenas faltará um relatório para estar licenciada. E isso tem-me dado que pensar. Ando focada, apaixonadíssima por aquilo que ando a fazer, centrada em absorver tudo o que posso. 
Nos intervalos do trabalho e em todos os pedacinhos que posso, tenho estado com a melhor pessoa do mundo - algo que não precisa de mais explicações.
E tem sido assim. Agora, de férias, espero conseguir ir passando por aqui. Espero conseguir escrever a partir desta felicidade toda, para tê-la por palavras quando olhar para trás, daqui a uns anos.
Desta vez, planeio voltar!

domingo, 16 de março de 2014

"Chemistry is you touching my arm and it setting fire to my mind." 

Nayyirah Waheed


E eu nem percebo como é que é possível isso acontecer de uma forma tão intensa, mas só quero mais e mais, para alimentar o vício.

domingo, 9 de março de 2014

Liberdade é ter amor para se prender.

Amo-te.
Não era com isso que ia começar o texto mas... saiu-me, teve de ser.

Ia dizer, sim, que
Nunca liguei ao Dia da Mulher - era assim que ia começar. Nunca liguei. Ontem também tanto me fez que assim fosse. Acordei, estava sol, foi um dia qualquer mas não foi, de todo, um dia qualquer.
Não recebi flores (na verdade, recebi uma margarida arrancada da relva, se calhar também conta). Não recebi os parabéns pelo dia, e ainda bem.
Mas passeei. Muitas horas, horas suficientes para sentir o que é ser feliz um dia inteiro mas nunca suficientes porque a vontade era de continuar por mais tempo.
Disse parvoíces. Ouvi ainda mais. Partilhei silêncios, também. Tirei fotografias sentada no meio de margaridas. Ri tanto que nem sei.
Estava Primavera. Com direito a calor, esplanadas, cerveja a dois. Com direito a passeio de carro com as janelas abertas - e eu gosto tanto disso. Com direito a tirar tudo o resto da cabeça.
Nunca liguei ao dia que ontem se comemorava mas foi, isso sim, um dia como teremos muitos mais.

E, sabes, amo-te.
Também não era assim que ia terminar o texto mas... não podia ser de outra maneira.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Em Dia Europeu da Terapia da Fala...

...passo por aqui apenas para deixar uma síntese do que se tem passado.
Duas semanas e meia após o início do Estágio, em que fiquei a intervir exclusivamente com crianças surdas, posso dizer que aquele bichinho que sentia desde a primeira vez - e única - que vi uma sessão de Terapia da Fala nesta área, tinha uma razão de ser. Percebi que é, realmente, uma das áreas em que quero investir e, diria até, talvez aquela de que mais gostei até hoje.
Sempre tive um fascínio pela Língua Gestual e, trabalhando com estes meninos, tenho vindo a aprender imensas palavras desde o primeiro dia. Estando na escola em que estou, em que até algumas professoras e auxiliares são surdas e em que existem imensas intérpretes, o local foi o melhor que me poderia ter calhado.
Depois do desespero do ano passado, com tanto trabalho e exigência por parte da Educadora Clínica, até a esse nível tudo está a ser diferente. Para melhor, para muito melhor.
Porque não sinto que "se calhar não fui feita para isto". Sinto, sim, que de certeza que fui. E o facto de a Terapeuta ter dito que tive muito jeito na maneira como comecei a intervir com as crianças, bem como a professora de LGP dizer - depois de dois ou três gestos meus -, que tinha jeito para aquilo, só vieram dar um boost :)
Agora é continuar assim. Parvinha de todo, de felicidade, a fazer gestos a toda a hora, a acompanhar o discurso. A acordar feliz por ir aprender mais, fazer mais, "brincar" mais. A sentir que este ano está a ser fantástico em tudo. A querer muito, cada vez mais, ser Terapeuta da Fala - e, daqui a 3 meses e pouco, serei!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Amor em imagens.

Há dias em que vejo que gosto tanto de ti que nem sei como, noutros momentos, pude achar que sentia algo assim.
Quando se gosta mesmo, não há forma de confundir. Quando se gosta mesmo, é aquilo e pronto. Todos o vêem... E nós sentimo-lo. Muito. Sem dúvidas nem questões.
Há dias em que vejo que gosto tanto de ti, que nem percebo como é que isto aconteceu.
Mas é o que é - e, connosco, é. Desde o primeiro dia :) 

 


 



 
(encontrei esta imagem há uma data de tempo, guardei-a, e no outro dia vi este muro 
mesmo em frente à CUF Belém... coincidências felizes!)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Eu e tu. Tu e eu.

Cada vez há mais tu: aqui está uma boa definição de amor.  

Basta olhar para ele para saber que o mundo irá continuar 
a acontecer: aqui está uma boa definição de amor. 

Pedro Chagas Freitas


Hoje é só isto. 22 tornou-se um número bonito :)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um ano de distância

Faz hoje um ano que voltei da Antuérpia.
Ficam fotografias, porque não tenho palavras que cheguem para as saudades que sinto. Um ano depois da despedida, ainda penso nisso todos os dias.




 











 Antuérpia (à noite) em 2012, Cascais em 2013

Primeiro dia, a 12-09-2012, e último, a 12-02-2013

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

TPM e Nostalgia

Este mês veio com tudo a que tinha direito - enxaquecas de dia e meio, desejos incontroláveis de cupcakes e chocolates, depressão, irritação. 
Hoje deu-me uma nostalgia de outro mundo.
A culpa foi deste post fantástico. Li-o, algo embevecida (e a mais uns quantos posts do mesmo blog), mas depois caiu-me tudo. 
Depois de amanhã faz um ano que voltei para Lisboa, depois dos meses que vivi na Antuérpia. Aparentemente, ontem, dia de tempestade horrível (e dia em que mal conseguia abrir os olhos, por causa da enxaqueca), fez um ano de que me despedi do A., mas nem dei pela data, reparei nela agora. Não a tenho gravada em mim, ao contrário do dia 12 - já não a sinto, e ainda bem.
E pensei em tudo. Nas coisas boas, nas coisas más. No quão feliz fui durante uns meses, no ano inteiro que passei infeliz porque Lisboa não me sabia a casa, no feliz que estou agora porque, afinal, tenho aqui pessoas que valem a pena. Porque, afinal, a minha vida também aqui pode mudar.
Mas pensei também no que li. Apeteceu-me ter um bebé. Agora, aqui comigo. Pensei no dia em que me falhou a força nas pernas e caí, a chorar ajoelhada no chão, tanto de alívio por não ter um bebé naquelas circunstâncias, um bebé que não me estava destinado, como de alguma pena por não vir a tê-lo. Pensei que estaria hoje com seis meses. No quão diferente seria hoje a minha vida, não sei se para melhor ou pior; nunca saberei.

... e deixei este post a meio, porque fui ter com ele (completamente descompensada e com as hormonas em grave descontrolo, note-se), que sabe exactamente o que fazer para me pôr a rir, e tudo isto deixou de ter importância. Acabou-se a nostalgia. 
Porque, afinal, o que importa é o que tenho agora - e agora, agora estou muito bem com o que tenho :)

domingo, 9 de fevereiro de 2014

E em noite de mega temporal...

“Como gosto de estar aqui. Como gostaria de ter partilhado mais vezes a cama contigo. Só assim, juntos, na mesma cama, a ouvir a mesma respiração. A respirar a mesma respiração. E bastava isso para me fazer feliz. Adormecer a ouvir-te respirar, acordar a ouvir-te respirar. E tudo fazia sentido. Bastaria isso para tudo fazer sentido.”

Pedro Chagas Freitas

Era só isto, por favor.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Favorite pastime

Toda a gente que me conhece sabe que, se há coisa de que não gosto, é de exercício - sobretudo, e com grande ênfase, de correr. Odeio. Odeio de morte.
E não digo que tenha andado a correr, mas acho que nunca um centro comercial viu uma mulher a andar de forma tão apressada por entre sapatos e roupas lindas da Blanco, inclusive aquele-casaco-que-eu-preciso-muito-desesperadamente-de-ter-e-que-ainda-não-foi-hoje-que-experimentei, saltitando entre o amontoado de pessoas que se passeavam pelo Fórum Sintra a um Domingo à tarde, à falta de melhores planos para um dia de sol tão bom como o de hoje.
Senhores seguranças que me viram pelas câmaras, não, eu não roubei nada.
É só porque cada minuto poupado ali, correspondia a mais um minuto com ele.
E cada minuto é precioso, ou não?