domingo, 29 de janeiro de 2012

:)

 

Sim, a ti... :P

My Favorite Things #1

Boa, agora graças ao título do post não consigo cantar outra coisa...

Pois que já andava com vontade de fazer algo deste género há algum tempo.
Basicamente, a ideia é deixar aqui algumas das minhas coisas favoritas. Nada de pessoas nem de momentos, apenas coisas. Hoje é o carro, seguem-se os meus perfumes de eleição, os destinos de férias preferidos... Acho que já deu para perceber a ideia.

Passo então a começar.

Chevy Spark




Quem me conhece sabe que sou maluca pelo meu carro.
Quem não conhece, facilmente tira essa conclusão pelo facto de eu ir passear para a praia e me dar ao trabalho de o fotografar.
Se passarem pela ESSA e ouvirem alguém nos corredores a gritar algo como "o meu carro é perfeito e eu não o trocava nem por um Audi!!", sou provavelmente eu. E ai de quem falar mal dele, dizendo que o porta-bagagens é pequeno, ou que tem pouco espaço, ou que não anda muito - não quero saber. O meu Sparky é lindo. Tem espaço suficiente, cabe lá tudo o que é preciso, e ainda tem um painel de cair para o lado.
O único senão é eu não poder ir a lado nenhum sem saberem que lá estou. Já é comum receber mensagens, quando saio, a perguntar "não estás no sítio x? Vi o teu carro". Ermm pois. Desvantagens de se ter um carro verde-alface. E de ainda o ter personalizado com um cavalo no vidro e um malmequer na tampa do depósito. E ainda tenho medo de deixar as chaves algures, ou de que alguém se queira vingar de mim riscando o carro, porque não há ninguém no mundo que não saiba que o carro verde-alface é meu.

E sim, adoro imensos carros e é verdade que era uma pessoa feliz se tivesse nas mãos um Chevy Corvette '59 ou um Chevy Malibu '73 mas... Bebé Spark, a dona não te troca, não.

P.S. Depois deste post, sintam-se à vontade para julgar a minha sanidade... Realmente a coisa não anda boa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"Sobre a decisão de Amar"

Hoje partilho aqui um texto do Bagaço Amarelo acerca do Amor.
Achei que fazia todo o sentido. 

"O maior equívoco sobre o Amor é acreditar que ele acontece sem mais nem menos. Não acontece. O Amor é sempre uma decisão, tal como o é deixar de pôr açúcar no café, fazer uma viagem à América do Sul ou ficar a dormir num Domingo à tarde. Decidimos aquilo que vai modelar em grande parte os nossos dias, e normalmente as pessoas que andam sempre mal de Amor são aquelas a quem falta a coragem de tomar uma decisão.
O problemas das decisões é que nem sempre estão certas, e isso deve-se à nossa condição humana. Errar é humano, dizem. Pois nesse aspecto eu devo ser o mais humanos de todos. Passei a vida a tomar decisões erradas das quais, no entanto, não me arrependo. Foram decisões que, apesar de tudo, me foram permitindo Amar. É verdade que talvez tenha tomado algumas decisões menos boas porque, em vez da solidão, sempre fui preferindo os Amores possíveis. À falta de melhor era por eles que me decidia. Ainda bem que o fiz, no entanto, pois foi com eles que aprendi isso mesmo: que o Amor é uma decisão.
Sempre que me acreditava apaixonado por alguém, o meu primeiro pensamento era o de ter esse Amor que estava ali à mão de semear. Foi assim toda a vida, e só percebi esse meu grande erro quando me apaixonei pela Raquel. Quero que este Amor me tenha, pensei. Nessa noite ela ensinou-me que o Amor é maior do que eu e tomei a decisão de a Amar.
A diferença entre um Amor que temos, por muito bom que seja, e um Amor que nos tem a nós, tem exactamente a ver com a capacidade de decidir sobre ele. Perdemos o controle sobre tudo o que nos tem a nós e, por isso, também a capacidade de decidir o seu fim. É que o fim de um Amor também é sempre uma decisão." 

Agora é pensar - está decidido?