sexta-feira, 4 de maio de 2012

Olivier!

Também quero ser como as estrelas da blogosfera que vão a restaurantes super chiques e bem frequentados e vêm para os blogues anunciar o bom que foi.
Pois que hoje o jantar foi aqui, e só tenho uma coisa a dizer - damn!


 Olivier


Com aquilo cheio até à porta e gente à espera de mesa às 22.30h, depois venham-me dizer que é a crise... Há muita crise, há. Not.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Travadinha em 3, 2, 1...

Pois que afinal houve um contratempo e estou a ver a minha vida a dar uma volta de 180º.
A hipótese do Reino Unido é de uma num milhão - já me aconselharam a desistir, apesar de ir continuar à espera de respostas. Basicamente não querem estrangeiros lá, no meu curso.
E eis que surgiu uma hipótese que nunca me tinha sequer passado pela cabeça... Bélgica. Aulas. A começar já em Setembro/Outubro. 
E o melhor? Tenho neste momento cerca de 20 dias para decidir se vou ou não.
O meu estado de stress neste momento é algo de indescritível.
Fuck.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Por dias melhores

Se há coisa que me faz confusão, são os estados depressivos em que as pessoas insistem em ficar. Don't get me wrong, eu sei bem o que é estar no fundo. Conheço todos os cantinhos da depressão, da falta de auto-estima, da vontade de atribuir as culpas de tudo ao mundo e deixarmo-nos ficar quietas à espera de dias melhores.
O que também sei, exactamente por já ter passado por isso, é que, para quem está assim, os dias melhores nunca chegam. Há sempre um problema. Quando não é um problema do momento, é um problema futuro. Nunca a vida corre bem.
Mas, as depressões, eu consigo compreender. O que eu não compreendo é a falta de vontade de sair delas.
Quantas e quantas pessoas vivem infelizes com a vida que levam, muitas vezes sem nada de realmente bonito e importante a apontar, e assim ficam, atirando um "eu sou assim..." ou um "as coisas não são assim tão simples..."?
Realmente não são, não são simples. É preciso batalhar muito, e muitas vezes vão remar e remar e remar e o barco vai virar-se para trás na mesma. E vão conseguir ter muitos dias bons mas vai chegar um em que voltam ao mesmo, se calhar sem qualquer motivo válido, e parece que estão de novo no ponto de partida.
Mas é aqui que se vê o valor de cada um. É aqui que se vê a força, a determinação, a vontade de viver, de aproveitar.
É nesse dia mau que a diferença chega. Porque podem voltar, de facto, à estaca zero, ou podem levantar a cabeça e decidir que não, não vou voltar a ser assim. E, quando decidirem isso, por mais tentação que haja de deprimir quando a sorte não bate à porta, nesses dias vão apenas ver que é um dia mau mas que, como tudo, acabará por passar. Nesse dia, serão pessoas novas.

Lutem. 
Respeitem-se, façam algo por vocês mesmos.

Todos já tivemos fases de menor auto-confiança. Umas mais curtas, outras mais longas. Mas já todos soubemos o que é olhar para nós mesmos e não gostar do que vemos. E falo do todo, e não só do aspecto.
Mas é imperativo demonstrar confiança, e isto vale para todas as áreas da nossa vida. Para já, porque a fraca auto-estima nos tira metade do interesse e faz com que não consigamos dar tudo de nós, porque os medos e as inseguranças se sobrepõem a tudo. E, profissionalmente, também temos de mostrar que sabemos o que estamos a fazer, que devem confiar em nós, que somos as melhores Terapeutas e que os tratamentos vão resultar.

Acreditem.
Sobretudo, apreciem-se. Não há nada mais bonito do que alguém que goste realmente de si. E que adore viver.