Sabes, percebi que quero voltar a ver-te.
Quero-te ver a ti, que fazes parte do grupo de pessoas que passaram pela minha vida. A ti, que fizeste parte de mim mas partiste por uns motivos ou por outros. Por uma zanga, pela distância, pelas diferenças ou apenas pelas semelhanças que, mesmo sendo tantas, não nos conseguiram unir por muito tempo.
Quero voltar a ver-te, de década a década. A ti, que me preencheste os dias. A ti, que fizeste de mim feliz.
Percebi que quero ver no que te tornaste, no que a idade te transformou.
Reparar se os teus traços continuam suaves ou se o tempo os deixou marcados, rudes. Se o teu cabelo permanece igual ao que conheci, e vê-lo até quando for grisalho e não puderes ser confundido com um mero rapaz.
Ver se ainda te vestes da mesma forma. Se a tua voz, de que eu tanto gostava, continua igual.
Quero perguntar-te se ainda ouves o mesmo tipo de música. Se conduzes o mesmo carro, se ainda vives no mesmo sítio.
Acima de tudo, quero perceber o que fizeste à tua vida. Saber se casaste, se tiveste filhos, se te dedicaste a uma longa e gloriosa carreira ou se abandonaste todos os sonhos para ter apenas um emprego vulgar e, certamente, instável.
Quero saber se ainda há em ti os mesmo destroços, se ainda vives rodeado dos mesmo cacos emocionais.
Há em mim uma necessidade de saber se conseguiste ser feliz. Se te marquei, se a minha presença num dado momento inicial da tua vida teve alguma influência no teu futuro, do qual não faço parte feliz ou infelizmente.
Quero voltar a ver-te. Quero saber se, passado tantos anos, te vou querer tanto como um dia já quis. Quero saber se sentirei a tua falta. Saber se me marcaste tanto como agora, na juventude e no que me resta da inocência de criança, penso.
Não quero esquecer capítulos do meu livro. Não quero deixá-los para trás apenas porque já não me fazem feliz, apenas porque acabaram em lágrimas ou gritos e não na felicidade que tanto procurava. Não tenciono apagar o que fomos, ou mandar para trás das costas o que me formou como pessoa. Parece-me cruel eliminar-te da minha vida, quando, no final de contas, me ajudaste a construí-la, fazendo parte dela.
Decidi que quero voltar a ver-te. A ti, que fizeste parte de mim.
Quero-te ver a ti, que fazes parte do grupo de pessoas que passaram pela minha vida. A ti, que fizeste parte de mim mas partiste por uns motivos ou por outros. Por uma zanga, pela distância, pelas diferenças ou apenas pelas semelhanças que, mesmo sendo tantas, não nos conseguiram unir por muito tempo.
Quero voltar a ver-te, de década a década. A ti, que me preencheste os dias. A ti, que fizeste de mim feliz.
Percebi que quero ver no que te tornaste, no que a idade te transformou.
Reparar se os teus traços continuam suaves ou se o tempo os deixou marcados, rudes. Se o teu cabelo permanece igual ao que conheci, e vê-lo até quando for grisalho e não puderes ser confundido com um mero rapaz.
Ver se ainda te vestes da mesma forma. Se a tua voz, de que eu tanto gostava, continua igual.
Quero perguntar-te se ainda ouves o mesmo tipo de música. Se conduzes o mesmo carro, se ainda vives no mesmo sítio.
Acima de tudo, quero perceber o que fizeste à tua vida. Saber se casaste, se tiveste filhos, se te dedicaste a uma longa e gloriosa carreira ou se abandonaste todos os sonhos para ter apenas um emprego vulgar e, certamente, instável.
Quero saber se ainda há em ti os mesmo destroços, se ainda vives rodeado dos mesmo cacos emocionais.
Há em mim uma necessidade de saber se conseguiste ser feliz. Se te marquei, se a minha presença num dado momento inicial da tua vida teve alguma influência no teu futuro, do qual não faço parte feliz ou infelizmente.
Quero voltar a ver-te. Quero saber se, passado tantos anos, te vou querer tanto como um dia já quis. Quero saber se sentirei a tua falta. Saber se me marcaste tanto como agora, na juventude e no que me resta da inocência de criança, penso.
Não quero esquecer capítulos do meu livro. Não quero deixá-los para trás apenas porque já não me fazem feliz, apenas porque acabaram em lágrimas ou gritos e não na felicidade que tanto procurava. Não tenciono apagar o que fomos, ou mandar para trás das costas o que me formou como pessoa. Parece-me cruel eliminar-te da minha vida, quando, no final de contas, me ajudaste a construí-la, fazendo parte dela.
Decidi que quero voltar a ver-te. A ti, que fizeste parte de mim.
é de decisões que conseguimos ser felizes, quanto mais certezas tivermos do que queremos, dos nossos objectivos, mais fortes ficamos.
ResponderEliminarhá sempre aquela razão para continuar, a de saber o que se quer, a vontade de atingir esse querer.
não, não conheces querida.
ResponderEliminarencontrei o teu blog por mero acaso.
Não agradeças. ;)
Faz-me apenas um favor, não respondas para o blog "Brilho no aquecedor" pois é partilhado com uma amiga minha, o meu blog mesmo é "Aroma F". Obrigada e beijinhos.*
Acho que aquelas pessoas que fizeram ou fazem parte de nos, que nos preencheram ou ainda preenchem as nossas vida, irão sempre faze-lo.
ResponderEliminarPor mais que não falem tanto, por mais que estejam distantes, nunca chegam a "morrer". Aquelas que se consideram "das pessoas mais importantes da nossa vida", ficam sempre. De uma maneira ou de outra.
E no muro construído pela vida cheio de tijolos, os tijolos têm o nome dessas pessoas escritas.
Pegando num bocadinho de texto teu mas modificando-o: A ti quero sempre ver-te. A ti que fazes parte da minha vida.
(Que texto tão bonito *.*)
Melhor Amiga <3
muito bom o texto. Ótimo teu blog. Gostei daqui,
ResponderEliminarMaurizio
Ñ te curto ;_; Tens um blog e ñ me dizes
ResponderEliminaraguardo mais posts :P
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