Neste fim-de-semana, a minha vida foi um cliché de Hollywood.
Devo ter tido aquilo que foram, muito provavelmente, alguns dos momentos mais estranhos (mas melhores) que já passei.
Naquela noite, o tempo parou. Aquela que foi uma mensagem inocente, acabou por iniciar uma noite de conversa em que não havia mais ninguém. Em que não víamos pessoas à nossa volta. Em que o único som que ouvíamos eram as palavras um do outro, ainda que tivessem de ser quase gritadas ao ouvido, tal o volume da música. Não importou a diferença de idades. Não importaram as nacionalidades. Nada fez diferença.
Naquela noite, o tempo parou. E continuou parado durante o longo abraço à porta, quando voltámos juntos para casa. E durante o beijo de boa noite. E o outro, e o outro. Todos os beijos. Continuou parado quando ele decidiu entrar e nos aninhámos os dois no sofá, como se nos conhecêssemos há meses. Parado conforme a noite passou, lado a lado na cama, entre conversas ou leves momentos de sono em que, acordada, o pude sentir abraçar-me e puxar-me para ele, ainda a dormir. Horas e horas dessa noite que não tinha fim, que continuava surreal por mais tempo que passasse. E, parado, permaneceu o tempo quando amanheceu e, juntos, passeámos pelas ruas, naquela que foi a manhã mais bonita que já tive em Antuérpia, com um sol perfeito e a temperatura ideal, tomámos o pequeno-almoço e caminhámos, sempre bem perto um do outro, até ao Sul, para assim nos sentarmos numa esplanada a ver a cidade acordar.
Antes desta noite, talvez 10 minutos de conversa. Este encontro, das 22.45 até às 13 do dia seguinte. Aquele que, agora, posso usar para descrever o "primeiro encontro perfeito". Aquele que representa tudo aquilo que eu nunca faria - mas que não podia estar mais feliz por estar a viver. Aquele que, tão depressa, me deu uma pessoa que não vou querer largar.
Só consigo pensar neste vídeo, do filme A Bela e o Paparazzo. Foi assim. Exactamente da mesma forma.
Devo ter tido aquilo que foram, muito provavelmente, alguns dos momentos mais estranhos (mas melhores) que já passei.
Naquela noite, o tempo parou. Aquela que foi uma mensagem inocente, acabou por iniciar uma noite de conversa em que não havia mais ninguém. Em que não víamos pessoas à nossa volta. Em que o único som que ouvíamos eram as palavras um do outro, ainda que tivessem de ser quase gritadas ao ouvido, tal o volume da música. Não importou a diferença de idades. Não importaram as nacionalidades. Nada fez diferença.
Naquela noite, o tempo parou. E continuou parado durante o longo abraço à porta, quando voltámos juntos para casa. E durante o beijo de boa noite. E o outro, e o outro. Todos os beijos. Continuou parado quando ele decidiu entrar e nos aninhámos os dois no sofá, como se nos conhecêssemos há meses. Parado conforme a noite passou, lado a lado na cama, entre conversas ou leves momentos de sono em que, acordada, o pude sentir abraçar-me e puxar-me para ele, ainda a dormir. Horas e horas dessa noite que não tinha fim, que continuava surreal por mais tempo que passasse. E, parado, permaneceu o tempo quando amanheceu e, juntos, passeámos pelas ruas, naquela que foi a manhã mais bonita que já tive em Antuérpia, com um sol perfeito e a temperatura ideal, tomámos o pequeno-almoço e caminhámos, sempre bem perto um do outro, até ao Sul, para assim nos sentarmos numa esplanada a ver a cidade acordar.
Antes desta noite, talvez 10 minutos de conversa. Este encontro, das 22.45 até às 13 do dia seguinte. Aquele que, agora, posso usar para descrever o "primeiro encontro perfeito". Aquele que representa tudo aquilo que eu nunca faria - mas que não podia estar mais feliz por estar a viver. Aquele que, tão depressa, me deu uma pessoa que não vou querer largar.
Só consigo pensar neste vídeo, do filme A Bela e o Paparazzo. Foi assim. Exactamente da mesma forma.
(o mais relevante começa aos 1:00)
Tens umas coisas para me contar.
ResponderEliminarPois tenhooo :P Isto tem estado a acontecer tão rápido.. Nem tenho conseguido falar com ninguém. Mas claro que vou contar :) Está relacionado com os 2 últimos posts!
ResponderEliminar